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(21) 97683-1998 contato@neurocienciasaplicadas.com.br

Autor: Renato Miller

Artista multidisciplinar, Renato Miller (31) transita por diversas plataformas desenvolvendo técnicas, linguagens e discursos que busquem dar respostas para um olhar para dentro que reflete ao mesmo tempo o contexto social e político ao qual está inserido. Na pintura, pesquisa e desenvolve suas próprias tintas com base em pigmentos naturais, busca superfícies alternativas para a aplicação e transita entre abstrações e figurações de um universo artístico em constante expansão. Formado em arquitetura e urbanismo pela UFJF em 2016, atua na área de projetos. Além disso, desenvolve trabalhos em tatuagem “handpoke” e fotografia experimental. Tem estúdio na casa coletiva em que vive no bairro de Laranjeiras no Rio de Janeiro.

Insta @miller.ttt

A natureza é a primeira mestra do ser humano

Você sabe por que a Natureza é a primeira mestra do Ser Humano?

A Natureza é a primeira mestra porque ela nos ensina com o EXEMPLO!

A Natureza é exemplo de CONSTÂNCIA!

E nos inspira a realizar todos os dias e assim conviver sempre com a esperança.

A Natureza é exemplo de BELEZA!

Que nos inspira à perfeição, pois estamos em constante evolução.

A Natureza é exemplo de EQUILÍBRIO!

Que nos leva em busca da harmonia com a nossa natureza humana que é biopsicoespiritual.

A Natureza é exemplo de BONDADE!

Que nos leva a doar aquilo que nos transborda e oferecer generosamente àquele que tem necessidade.

A Natureza é exemplo de ORDEM!

Que nos inspira a sair do caos e entender que priorizar na vida é algo vital.

A Natureza é exemplo de GRANDEZA!

Que fortalece a nossa confiança de que existe uma força maior por trás de tanta beleza.

A Natureza é exemplo de ABUNDÂNCIA!

Que nos preenche com tanta riqueza e nos traz paz e segurança.

A Natureza é exemplo de FORÇA!

Que nos faz sentir que a vida pulsa é no movimento e que é preciso usar dele quando a vida entra no firmamento

A Natureza é exemplo de TRANSFORMAÇÃO!

Que nos faz ter PazCiência para entender tudo aquilo que ainda não existe explicação.

Vamos nos conectar com a Natureza!

Para sentir que a natureza humana também é algo tão belo, raro e cheia de grandeza!

Artista: Luciana Queiroz Rodrigues Moreira

Formada no Magistério; Licenciatura em Geografia / PUC – MG; Especialização em Educação Ambiental – UEMG; Grupo de estudos GEMATEC – Analogias e Metáforas da Educação / CEFET – MG; Brinquedista / ABBri  e  coordenadora do grupo da ABBri em Belo Horizonte; Prêmio Melhor Brinquedista – ENAI 2018; Idealizadora da Brinquedoteca Itinerante Colônia do Brincar; Estudiosa da Pedagogia Logosófica; Coautora dos livros “Recortes e reflexões em educação, brincadeiras e infância” – Brazil Publishing e “Brincar, jogar e aprender” – Vozes, e “Relação Sociedade, Natureza, Saúde e Educação: Reflexões Multidisciplinares” – Editora Quipá.

A menina e a goiabeira

Na rua de trás há uma praça cheia de pontes que levam aos céus.

Sobre uma delas há uma menina que confabula com os anjos de Deus.

Em cima da copa ela é ramo, ela é folha, é branca flor da goiabeira,

Confunde o aroma campeiro do mato e cora o verde, cunhatã faceira.

E cá, de onde vivo, pessoas tristes passam correndo olhando pro chão,

Enquanto a menina, do mundo, apartada, não tem sobre os ombros a corrupção.

Parece-me, ao vê-la, que o esquecimento é a fonte de todo distúrbio da mente.

Menina que lembra que é parte da árvore não sabe os pesares de um mundo doente.

(Daniel Q)

Artista: Suzana Moreira

Professora de Ciências e de Biologia para o Ensino Fundamental II, no Externato Rio Branco, São Bernardo do Campo. Formada em Física pela USP desde 2006.

Título do Desenho: Floresta Neuronal
Descrição Técnica do Desenho: Caneta nanquim sobre Papel Canson (editado digitalmente).
Autora: Bárbara Rossin Costa.
Doutoranda em Antropologia Social pelo Museu Nacional (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Há 4 anos, realiza uma pesquisa sobre a Doença de Alzheimer e/ou outras demências. Tem interesse por processos de envelhecimento, saúde mental, arte, memória e identidade. Recentemente, passou a utilizar o desenho como um recurso metodológico de pesquisa, tendo como norte quatro intenções: 1) pensar visualmente e desenvolver analogias possíveis para compreender um processo demencial; 2) descrever graficamente cenas/pessoas/artefatos do campo a partir da memória; 3) deslizar entre a documentação e a imaginação; e 4) estabelecer outras formas de comunicação com aqueles que convivem com as demências.
Autora: Queila Rodrigues Cardoso Duarte Araújo
Psicanalista. Graduanda em psicopedagogia e pós graduanda em neuropsicomotricidade,
39 anos.
“Trabalho com crianças, e na minha clínica uso o brincar diretamente ligado  à natureza. (brinquedos de chão) com recursos da natureza.” – Cidade de São Sebastião do Oeste MG

Autora: Ana Paula Rangel

Psicóloga e artista.

Arteterapeuta.

“Amo pintar para expressar meus sentimentos, pensamentos, sensações…etc..
Sou mãe de duas meninas lindas. Moro em Niterói.”
Autora: Ana Cristina Rizzato
Psiquiatra e Arteterapeuta
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